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Aplicativo cultural interativo abre, virtualmente, as portas da Casa da Marquesa de Santos, no Rio de Janeiro

23 set
Visual do App do primeiro Mudeu da Moda Brasileiro, disponível para iOS e Android

Visual do App do primeiro Mudeu da Moda Brasileiro, disponível para iOS e Android

Costumes, personagens e histórias do Rio de Janeiro, desde a época em que a cidade era a capital do Império e o bairro de São Cristóvão era a sede da corte portuguesa, permeados pelo romance entre D. Pedro I e Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos. Esta é a viagem no tempo que propõe o aplicativo Casa da Marquesa – São Cristóvão Cultural, patrocinado pela Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, que será lançado no dia 22 de setembro pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC). A tecnologia funcionará como um “olho mágico” para se explorar a construção, datada de 1827, e sua história até os dias de hoje, quando está sendo restaurada para abrigar o Museu da Moda Brasileira. Mais: na palma da mão, os usuários poderão ter acesso online ao acervo do museu, em fase de conceitualização.

Desenvolvido pela 32bits e produzido pela Editora Philae, em conjunto com a equipe de museólogas da Casa da Marquesa de Santos/Museu da Moda Brasileira, o aplicativo apresenta linhas do tempo ilustradas e galerias de fotos, incluindo detalhes da decoração do interior da edificação, uma joia arquitetônica brasileira que, entre 1827 e 1829, foi cenário do romance vivido pelo Imperador e a Marquesa de Santos. Pinturas decorativas atribuídas a Francisco Pedro do Amaral, aluno de Debret, estuques e detalhes em formato de coração conferem ar romântico à casa, que poderá agora ser visitada via smartphones e tablets.

O aplicativo apresenta 100 itens das coleções do museu, de vestidos e leques até pinturas e gravuras, louças e carnês de baile. Os usuários poderão responder a um quiz sobre a história do Brasil na época e tirar selfies, escolhendo as molduras para fotos idênticas às existentes no acervo do museu.  Além disso, o app traz o guia São Cristóvão Cultural, um mapa interativo do bairro imperial com suas instituições de cultura e lazer e seus pontos de interesse.

“O aplicativo segue uma tendência mundial de que um museu pode tornar-se acessível online no mundo inteiro, onde quer que seja. E a visão da Secretaria é justamente  trabalhar para que o conteúdo de nossos espaços e equipamentos ultrapasse paredes e chegue ao público, digitalmente, da forma mais moderna possível”, diz a Secretária de Estado de Cultura, Eva Doris Rosental.

“Para a Superintendência de Museus é emblemático iniciar a jornada digital dos acervos sob sua guarda com um aplicativo dedicado à Casa da Marquesa de Santos, um espaço que está sendo revocacionado e restaurado para cumprir sua missão”, afirma a Superintendente de Museus da SEC, Mariana Varzea.

“Estamos muito contentes com o lançamento desse aplicativo, que disponibiliza acervos, conteúdos e fotografias da Casa da Marquesa nesse momento em que estamos em meio às obras de restauração daquela edificação histórica”, afirma Márcia Bibiani, diretora da Casa da Marquesa de Santos – Museu da Moda Brasileira.

“Um museu pode continuar acessível online enquanto está fechado para reforma ou restauração, como é o caso de Museu de Arte Moderna de São Francisco, por exemplo. O app é dividido em quatro temas principais:  a história e a beleza da Casa da Marquesa de Santos, um bem tombado pelo IPHAN; o bairro de São Cristóvão, contando sobre o surgimento e as transformações de um bairro importante na história do Rio de Janeiro; e os personagens ligados à Casa, como o Visconde de Sapucaí e o Barão de Mauá”, explica Claudia Porto, mus

Lily Allen, Sarah Owen, Lucy Disfarçada

31 mar

Não é só Sienna Miller que se juntou à irmã para investir nos seus dotes em estilo.
Lily Allen abriu o seu brechó, Lucy in Disguise, com a irmã, Sarah Owen, no ano passado.

A cantora inglesa tem um super armário: “algumas pessoas colecionam estatuas, e eu coleciono roupas”. Nway… ela não produzia nada. O brechó vendia algumas roupas e outras eram apenas para aluguel. Um dia chegaria a hora dela se jogar na produção de roupas, e esse dia chegou.

Agora a Lucy in Disguise (tradução livre: Lucy Em Disfarce) terá produção em massa que poderá ser encontrada na Harvey Nichols e no site Shopbop.

Como sempre, considero importante dar um panorama da personalidade e principalmente do estilo de quem dá o nome à coleção… Assim como eu fiz com a Alexa ❤ Chung para a Madewell [que está com nova (2ª) coleção na loja].
Então…

Lily Allen tem 25 anos, é taurina, compõe a maioria das suas músicas, que têm linguagem “simples” e divertida. Estourou com seu primeiro single: Smile. A música, basicamente, diz que ver o cara chorar faz ela sorrir. Curto muito a Lily, achei o show dela incrível pela animação principalmente. Ela parece ser espontânea mesmo que eu saiba que ela repete as danças, é como uma coreografia descompromissada.

Ela é desbocada e ja arrumou confusão com Perez Hilton, Amy Winehouse, Kylie Minogue, Katy Perry… por aí vai. Já protagonizou uma cena louca, socando alguém e usando uma chanel bag ao mesmo tempo (e, em 2009, ela foi a cara de uma campanha da Chanel). Ah! Além disso ela é tipo miguxa da Kate Moss o que, para mim, conta pontos pra ela.

Ela sempre fez um estilo retrô, por vezes (até demais pro meu gostou) usou aqueles boyfriend’s sneakers muito hiphop/jogador de basquete. Misturava com vestidinhos super femininos e brincões de argola. Apesar do profile, ela não é uma skinny bitch, pelo contrário… tem as coxas grossas e não tem traumas com isso (acho bacana). Ela também põe de fora com os maiores saltos – lindos – de todo o Reino Unido. Nway…

Os Croquis dela são uma gracinha. Me parecem feitos em guache, o que muito me atrai.

Lily Allen e Sarah Owen no Frog (com Alexa Chung):

Reforçando a ideia

22 mar

Estava zapeando pela net e achei na Vogue Espanha um street style super atual sobre listras.
Então reforço a ideia que lancei, em outubro, aqui no blog: Lista as Listras

Curti os looks…
mix de listras
mix de listras

Navy super lindo
Navy super lindo

Agyness Deyn
Agyness Deyn

Para conferir o artigo… Clique aqui!

Balmain: Paris Fashion Week Fall/Winter 2012

4 mar

Luxo puro.
Sempre aposto na Balmain, não me esqueço daquele vestido verde que a Natasha Poly desfilou… ele ainda habita meu imaginário, assim como duas peças específicas da nova coleção. Christophe Decarnin acaba comigo. Detalhe: ele, que está à frente da Balmain desde 2005, simplesmente não apareceu no evento.


Agora a mesma modelo traz o objeto de desejo mor – Essa jaqueta puro luxo.


Shining

PS.: o desfilo rolou ontem, dia 03 de março. Mais fotos no Zimbio

Comprar com o estomago e comer com os olhos… nosso rico dinheiro!

7 fev

Hoje em dia é muito difícil não termos que pensar duas vezes antes de comprar um luxo. Sim, todo mundo precisa de um luxo de vez em quando. Senão pensa que precisa, devia ao menos, admitir que devia se dar porque a vida anda muito corrida de trabalhos, obrigações e diversões alienadas.
Acho que o design das formas e cores, texturas dos produtos que compramos é determinante para arrematarmos o que quer que seja.
Folheando uma revista descobri uma coisa muito interessante, existe um site de designers tailandeses que junto com outros americanos criaram a Herel Sod.
fome de vestir
A marca vende camisas de malha ( que eu considero numero um em conforto nas roupas contemporâneas!) com estampas e embalagens de abrir o apetite seja dos olhos ou do estomago mesmo! Paes, alfaces, copos dagua, carne cortada como no mercado… Divertidissimos produtos que com certeza dão ótimos presentes descontraídos seja pra o ego alheio ou o próprio. Sabe o tipo de coisa que faz o coração sorrir? Aquela alegria de criança? Algumas coisas o capitalismo é capaz de vender!

Outras coisas que descobri vasculhando pela internet são produtos super interessantes, originais, divertidos, descontraído se algumas vezes bem uteis!
Papel de presente em cores sugestivas e estampas de melancia, bolws em forma de discos antigos,
aneis como se fossem improvisados de arames e uma gracinha, biscoitos recheados que dao o recado,
enfim, a internet ta cheia de coisas por ai, coisas boas e coisas delicinha, have fun!

Alexa Chung para Madewell

20 fev

Hoje vou me dedicar a uma coisa que ando sem prática: escrever sobre moda. Anos que não faço isso, mas me senti inspirada. Depois que relembrei do The Cobra Snake graças ao Fashion Melon e vi fotos da coleção idealizada pela Alexa Chung para Madewell (marca que faz parte do J.Crew Group). Então, vamos lá e desculpe os tropeços da falta de prática.

Todos os meus professores de teoria da comunicação sempre diziam que é importante conhecer o emissor, para melhor decodificar a mensagem. Então, quem é Alexa Chung, além da apresentadora inglesa que caiu no gosto das fashionistas e é a capa da Vogue UK de março? Ela é uma fã dos anos 60 e 70, já foi aficionada pela Jane Birkin (mãe da cantora e atriz Charlotte Gainsbourg) que inspirou a bolsa mais cobiçada do ocidente a birkin bag da Hermes. Hoje existe a Alexa Chung bag, pela Mulberry.

Além disso Alexa é fã de blusas de bandas com modelagem masculina, vestidos e shorts bem curtos, o estilo vintage e um indefectível lápis de olho fazendo o estilo “gato”. Curte um look clássicos com assessórios e detalhes modernosos, muitos blazers diferentes (e lindos), cachecóis longos estilo colegial etc. Foi essa menina que apresentou a coleção pela Madewell para o outono-inverno 2010/11.

Cintura alta, cardigãs, jeans, saias, nenhum decote ousado, mangas compridas, short e vestido de veludo… tudo na coleção reflete o estilo da própria apresentadora. Tudo junto misturado num estilo cool-geek-vintage. Pra quem curte, combina até com óculos de aro grosso preto. O grande lance fica mesmo pela obsessão dela pelos anos 60 e 70. As fotos falam bem sobre a coleção. Para mim o que é fundamental e será o revival must-have das próximas estações: meias! Tamanco com meia e o sapatos Oxford (não o bicolor). Aliás, seria mocassim e Oxford com meia um “Michael Jackson não morreu”?

“I’m obsessed with the Sixties and Seventies, probably because I love those films, Darling, Masculine, Feminine and Blow Up. I spend most of the time wishing I was Jane Birkin – hence the fringe, which my hairdresser, George Northwood at Daniel Hersheson, actually cut too short the first time. I think girls back then were so much cooler – sexy without being porn stars or so in your face, wearing Lycra everything. Everything was just that bit softer then.”

Para conhecer mais sobre o estilinho Alexa: I Want To Be Alexa Chung e Fuck Yeah Alexa Chung

A (moda) da Semana

20 jan

O que mata nas semanas de moda do Brasil, é ver o que já foi visto quase um ano atrás na Europa. Esse dilema remanesce desde quando eu acompanhava fielmente os desfiles, na época que cursava moda, entre 2001 e 2003.
Nessa semana de inverno 2010, eu acompanhei mais as banalidades. O pouco que vi de passarela foi um enorme Déjà vu das ruas que acompanhei em 2009. Vestido branco rendado que a Alexa Chung desgastou nos festivais de música. As ombreiras em vestidos com estampa floral hipada, que Jennifer Connelly foi a todas as premieres, são tão Balenciaga, que não sei o que uma grife brasileira pretende fazer com a sua identidade. Mais uma vez, Alexa Chung esgotou, no “It’s On With Alexa Chung”, os estilos abotinados com meia aparecendo que tornaram os pés nas passarelas brasileiras enjoativos. O mesmo vale para as plumas.
A sensação que passa é que ler o garotasestupidas, o fashionmelon, o itgirls e acompanhar Justjared durante um ano… se torna o suficiente para saber o que estará in no Brazil’s Next Season
O que parece ser relevante nas semanas de moda do Brasil são mesmo as celebridades que lá vão, o que fazem, a festa que o Jesus Luz tocou e o calor do rio de Janeiro. Uma pena! Alias! Acompanhei o “das ruas” no Modice e queria entender como tem gente que consegue usar botas no porto do Rio de Janeiro, com o calor que faz aqui! De qualquer forma, não consigo qualificar a moda do Brasil como Lixo. Mas não dá para ser Luxo.